O Capítulo teve o orgulho de receber em suas fileiras nesse sábado 22 novos membros!
Dêem as Boas Vindas aos novos Irmãos:
Uadson Dias
Antônio Carlos
Gustavo Sato
André Ferraz
Igor Pontes
Giovanio Lima
Thiago Santos
Jonatha Alisson
Lennon Nunes
Marcus Vinicius
Felipe Medrado
Pedro André
Eraldo Junior
Jonathan Milled
Lídio Neto
Gustavo Lima
César Torres
Felipe Freitas
Henrique Kennedy
Francisco Alves
Hudson Ribeiro
Jandir Neto
Paulo Henrique Aguiar,
Mestre Conselheiro
Meus Irmãos, a Loja Maçônica de Casa Nova, a qual vai iniciar alguns membros em nosso Capítulo, entrou em contato avisando que no dia da iniciação, que estava marcado no calendário, não poderia se fazer presente, por conta disso a data foi alterada para o dia 17 de Outubro(Data antiga: 24 de Outubro).
Abraços Fraternais,
Paulo Henrique Aguiar

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Meus Irmãos, esse é o esquema de ligações da Gestão 2009/2.
Se cada irmão fizer a sua parte, nós podemos melhorar muito a eficiência comunicativa do nosso Capítulo e conseguir um número cada vez maior de membros em nossas reuniões.
Conto com cada um de vocês!
Abraços Fraternais,
Paulo Henrique Aguiar
PS: Se você gostaria de ser incluído no esquema de ligações por favor enviar um e-mail para paulo@capítulojuazeirobahia.com.
Meus Irmãos, visando arrecadar algum dinheiro o Capítulo Juazeiro Bahia Nº 338 estará produzindo novas camisas. Com isso convidamos a todos os Irmãos a criar um modelo de camisa e enviar para o meu e-mail. A criador da camisa escolhida ganhará uma camisa!
Informações:
E-Mail: paulo@capitulojuazeirobahia.com
Tipo de Arquivo: de preferência feito Corel, mas caso o irmão não tenha acesso a esse programa, nós podemos refazer o modelo caso a camisa seja escolhida.
Data: estarei recebendo arquivos até o dia 05/09, e então será criada uma votação no blog para que os Irmãos possam escolher a camisa que preferirem.
Abraços Fraternais,
Paulo Henrique.

Meus estimados Irmãos, o Supremo Conselho da Ordem DeMolay para República Federativa do Brasil lançou no dia 23 de Agosto de 2009 o seu novo portal oficial. Peço aos Irmãos que visitem e aproveitem as várias sessões que o novo site propicia.
Abraços Fraternais,
Paulo Henrique.
O Capítulo Juazeiro Bahia Nº338 realizou no dia 02/08 (domingo) uma visita ao Centro de Recuperação de ex-viciados CRESCIR. Foi oferecido café da manhã, livros, roupas e aproximadamente 70 kg de alimentos não perecíveis. Os moradores do abrigo, que contaram suas tocantes histórias de vida, deram conselhos, leram poesias, cantaram músicas de sua própria autoria e ainda jogaram futebol com os DeMolays. Esta agradável manhã foi possível através da parceria entre DeMolays e a JEPE (Juventude Espírita Paulo Estevão), grupo de jovens do Centro Espírita João Moreira Rêgo. Ao final do encontro o irmão Bruno Klécius comentou a grande lição que todos os jovens ali reunidos tinham aprendido com aquelas pessoas e suas hisórias de vida.


É, meus irmãos, falta pouco! Falta pouco pra conhecermos um pouco da Ordem DeMolay que ainda não conhecemos, nossos irmãos do norte, sul, sudeste, centro-oeste. Falta pouco pra revermos os amigos queridos, trocarmos idéias que temos posto em prática em cada capítulo e festejar. Principalmente festejar!
A Ordem DeMolay completou em 2009 seus 90 anos de vida. Muito foi feito e muito há por ser realizado. A obra de tio Frank S. Land ainda vai gerar muitos frutos no Brasil e no mundo.
Este CNOD tem um gostinho especial. Seja pelas discussões que serão apresentadas – algumas polêmicas, outras nem tanto – ou simplesmente pela oportunidade de participar pela primeira vez de um Congresso Nacional da Ordem DeMolay – e acredite, muita gente não sabe o que é isso. Eu, inclusive.
É por estes e outros motivos que espero contar com todos nessa grande festa que é o CNOD!
Se você ainda não fez sua inscrição, não perca tempo. Acesse www.cnod2009.com.br.
Sexta-Feira, 17, todos os caminhos levarão à capital baiana. Vejo todos vocês lá!
Companheirismo, qualidade difícil de encontrar numa época em que o individualismo predomina. Acho que o mundo moderno desaprendeu o “estar com alguém” e, em seu lugar, exerce uma busca de independência na relação, para mascarar a forte necessidade de vencer a solidão…
Saber ser companheiro de alguém é uma arte que se baseia na maturidade conseguida. Maturidade que permite que se esteja junto, sem querer dominar ou ter um poder sobre o outro, que nos possibilita ser diferente de alguém e, apesar disso, aceitar e respeitar essa diferença.
Ser companheiro é saber ouvir e saber falar, é ficar disponível sem se anular, é compreender o que o outro sente para poder compartilhar a vida.
Ser companheiro é ter a coragem de abrir o coração e oferecer momentos, para que o outro me conheça e sinta confiança em se deixar conhecer também por mim.
Ser companheiro é dar as mãos sem aprisionar, ser companheiro tem muito de doação e de flexibilidade.
Como outras coisas na vida, a dualidade aqui também se faz presente: o companheirismo nasce e se desenvolve na relação, se alimenta dela e da crença de que somente convivendo é que me tornarei, antes de tudo, companheiro de mim mesmo.
[Trabalho apresentado pelo irmão Vinícius Mateus, Grau Iniciático]
Companheirismo, qualidade difícil de encontrar numa época em que o individualismo predomina. Acho que o mundo moderno desaprendeu o “estar com alguém” e, em seu lugar, exerce uma busca de independência na relação, para mascarar a forte necessidade de vencer a solidão…
Saber ser companheiro de alguém é uma arte que se baseia na maturidade conseguida. Maturidade que permite que se esteja junto, sem querer dominar ou ter um poder sobre o outro, que nos possibilita ser diferente de alguém e, apesar disso, aceitar e respeitar essa diferença.
Ser companheiro é saber ouvir e saber falar, é ficar disponível sem se anular, é compreender o que o outro sente para poder compartilhar a vida.
Ser companheiro é ter a coragem de abrir o coração e oferecer momentos, para que o outro me conheça e sinta confiança em se deixar conhecer também por mim.
Ser companheiro é dar as mãos sem aprisionar, ser companheiro tem muito de doação e de flexibilidade.
Como outras coisas na vida, a dualidade aqui também se faz presente: o companheirismo nasce e se desenvolve na relação, se alimenta dela e da crença de que somente convivendo é que me tornarei, antes de tudo, companheiro de mim mesmo.
O Papel Fundamental do Companheirismo
A criação de vínculos, como círculos de amizade, laços afetivos ou até mesmo um simples contato com pessoas consideradas apenas “conhecidas” sempre foi um característica do ser humano, até porque é sabido que os percalços que a vida nos impõe são mais fáceis de serem superado quando há alguém por perto para auxiliar.
Na esfera corporativa não é diferente, no ambiente de trabalho faz-se vários contatos, muitas pessoas cruzam o nosso caminho, porém, existem sempre aquelas pelas quais nos afeiçoamos mais, seja por ter gostos iguais, ideais parecidos, maneiras de agir semelhante, ou quaisquer outros motivos.
Sabe-se que a frase de que todo “homem é uma ilha”, não é verdadeira, ninguém consegue realizar feitos sozinhos, sem jamais precisar de alguém, ou nunca deixar se abalar por acontecimentos fora do contexto empresarial. Direta ou indiretamente todos necessitam um do outro e as ações de cada pessoa influenciam na vida de outras, tal qual um efeito dominó.
Encontrar pessoas de confiança, não é uma das tarefas mais fáceis, ainda mais quando o assunto é o atual cenário do mercado de trabalho, no qual as vagas são disputadas acirradamente, e conseguir uma promoção muitas vezes é questão de sobrevivência.
A questão a respeito de pessoas de confiança pode ser levada em consideração em qualquer nível de relacionamento profissional, ou seja, vale tanto para o líder com o seu subordinado e vice-versa, como também para níveis hierárquicos idênticos e que muitas vezes desempenham a mesma função.
Quando se tem alguém em quem possa confiar, tudo fica mais fácil, o trabalho é desenvolvido com mais tranqüilidade e eficiência, não há espaço para aquele clima de que é necessário “ter olhos na nuca” com as pessoas ao seu redor, enfim, o processo de desenvolvimento, aprendizagem profissional acontece de maneira bem mais proveitosa, pois, a preocupação se limitará exclusivamente as informações que dizem respeito ao ofício praticado.
Com certeza muitos dirão que isso não passa de um devaneio, frente à realidade altamente competitiva que atravessamos, porém, por mais que as coisas não funcionem exatamente dessa maneira, encontrar alguém, nem que seja somente uma pessoa em que possamos acreditar, é vital, pois, isso trará não somente apoio e satisfação profissional, mas também pessoal.
O companheirismo, que hoje em dia até parece uma palavra ultrapassada e quase esquecida, é um dos pilares do relacionamento, tanto pessoal como profissional, mas infelizmente esse item parece estar em falta no “estoque” das organizações, que o substituíram pela requisitada pró-atividade, vontade de vencer/crescer a qualquer custo e outros itens mais.
Não que isso esteja errado, pelo contrário, está correta a exigência desses requisitos, porém, tudo tem que ser feito na dose certa, sem nunca exagerar em nenhum dos “ingredientes”.
Por mais que digam que isso não existe mais e que é utópico, não deixe de acreditar, pois, só quem possui um verdadeiro amigo/companheiro no âmbito pessoal, sabe o quanto desejaria tê-lo ao seu lado trabalhando e desempenhando um papel fundamental na vida de ambos.
Companheirismo na Ritualística DeMolay
Nossa quarta Virtude Cardeal, que nos lembra o patrono de nossa Ordem, Jacques DeMolay, o qual sempre foi companheiro dos seus Irmãos da Ordem dos Templários.
O Companheirismo nos lembra a vivência da nossa Ordem; muitas pessoas nos perguntam: “qual é o segredo da Ordem DeMolay?”, podemos dizer que o segredo da nossa Ordem é o Companheirismo que há entre os membros desta organização.
Todos nós sabemos que a falta do Companheirismo entre os DeMolays é a principal causa do fracasso de qualquer Capítulo. Sabemos ao ser iniciados, que somos todos irmãos uns dos outros e aprendemos que devemos respeitar os Irmãos como verdadeiros Irmãos.
Os dez jovens ao escolher o nome “Ordem DeMolay” para a nossa Organização, pensaram no nome do herói e mártir Jacques DeMolay, que preferiu morrer a trair seus companheiros; temos este como principal exemplo de Companheirismo vivido até os dias de hoje.
Seja qual for o trabalho realizado por qualquer grupo, deve haver sempre a união entre as pessoas do tal grupo, afim de que o trabalho torne-se mais fácil e mais agradável de ser realizado.
Autor: Alexsandro de Souza Ferraz, Past MCE-PE.
Ao pensarmos em cortesia, a per missa que nos vem a mente é o sentimento de cordialidade para com o próximo, de todas as idades, crianças, jovens, adultos, idosos. Assim por muitas vezes ouvimos ou falamos durante uma de nossas cerimônias Mas a cortesia a qual nos como DeMolay´s defendemos, se estende a muito mais do que ao simples sentimento para com os outros e abrange muito mais. Falo aqui sobre as atitudes que temos, perante todos, mas principalmente diante, dos irmãos recém iniciados e mais novos. Devemos começar a pensar e ter em nossas mentes que para esses DeMolay´s, nós somos referencias e que todos os nossos atos e palavras estão sobre constante observação, dentre e fora do nosso circulo de reuniões. Aposto que em algum momento já ouvimos ou presenciamos ao parecido :
Reunião chegando ao fim, palavra a bem da ordem no oriente. Geralmente o mais “experiente”, e sábios entre seniores e tio maçom, esta lá … e estava…
- Irmão MC, irmão 1ºC, 2ºC , irmãos seniores, tios e demais irmãos… bla bla bla bla
Nessa hora ele começa um discurso que até Frei Damião se sentiria culpado e com remorso. Primeiro uma parábola sobre fraternidade, depois um depoimento dos tempos áureos idos e esquecidos ( bom não necessariamente nessa ordem) aí começa a lacrimejar um pouco, com voz chorosa, o semblante de um monge e a voz do próprio do próprio Dali Lama…
Termina suas palavras e uma saraivada de palmas…
Pla pla pla plaplaplapla…
Batida de Malhete.
Acabou a reunião, uns meninos correm para arrumar o templo da loja, outros ficam lá fora jogando conversa fora com algumas Filhas de Jó que estavam por ali organizando algumas coisas da próxima filantropia. Ai o cara do belo discurso chega lá fora e vai conversar com a galera…
- E ai “brother”, onde vai ser a festa hoje?… Rapaz, eu só quero chegar amanhã… Vou pro queima total, lá no pinga pus, pra “bagaceira”. Vou sair com aquela “mina” hoje…
-Ê rapaz, tu é doido?! Tem filantropia amanhã cedo no asilo.
- Que nada mano… A gente vai, chega um pouquinho atrasado, com um ressaquinha… Mas “tá” tudo bem.
Claro que o discurso acima é ilustrativo, mas como já tinha dito, alguns de nós com certeza já presenciamos algo BEM parecido com isso. Então, em mente que um recém iniciado presencia algo desse tipo, que exemplo, nós, como os mais velhos, estamos realmente passando, que aprendizado estamos dando aos mais novos e que buscam em nós a forma correta de como se portar e SER um DeMolay?
Então Ir’s., pensemos mais nas nossas atitude e busquemos aprimorar essas atitudes, nossa cortesia é com e perante todos.